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Quais são os tipos de Higienização Hospitalar?

Você sabia que existem diferentes tipos de Higienização Hospitalar? Para garantir a segurança de todos que circulam em hospitais, clínicas e laboratórios, é necessário adotar medidas específicas e rigorosas de limpeza para garantir a salubridade desses locais. Continue lendo e conheça quais são os tipos de higienização hospitalar e por que seguir as diretrizes corretas é importante!

O que é Higienização Hospitalar?

De acordo com o Dicionário Online de Português, a palavra “higienização” significa “ação ou efeito de higienizar, de tornar higiênico, limpo, asseado; limpeza, asseamento: higienização de espaços públicos seguindo normas sanitárias.” ²

Assim, higienizar significa tornar um ambiente, local ou superfície limpo, em condições de salubridade, a fim de evitar a disseminação de doenças e microrganismos que podem ser nocivos a qualquer indivíduo que entre em contato com eles.

Quando falamos de higienização hospitalar, esse processo se torna ainda mais importante, afinal, trata-se de um ambiente onde não apenas circulam muitos vírus e bactérias devido à presença de pacientes com os mais diferentes tipos de doenças, mas também é um local onde muitas pessoas já se encontram com a saúde fragilizada, aumentando os riscos que esses microrganismos nocivos podem trazer.

Portanto, quando falamos de higienização hospitalar, estamos nos referindo a todos os processos que visem a remoção de sujidades e qualquer tipo de microrganismos nocivos de superfícies como, por exemplo, pisos, paredes, bancadas, mesas, maçanetas e muitas outras, sempre utilizando soluções seguras, considerando a integridade física de pacientes e profissionais da saúde, bem como a compatibilidade com diferentes materiais, evitando o desgaste desnecessário de equipamentos e superfícies em geral.

Por que a Higienização Hospitalar é Importante?

Como apontado, os ambientes hospitalares – sejam hospitais, clínicas ou até mesmo laboratórios – são locais onde há grande circulação de pessoas, sejam profissionais, pacientes ou visitantes, e, devido à presença de indivíduos doentes, são áreas mais suscetíveis à proliferação de patógenos, como bactérias, fungos e vírus. Esse cenário favorece as IRAS (infecções relacionadas à assistência à saúde), que apresentam inúmeros impactos negativos, tanto para a qualidade de vida dos pacientes, quanto para a qualidade dos serviços de saúde.

Levando isso em consideração, é uma obrigação das instituições médico-hospitalares aplicar diretrizes de higienização hospitalar que ajudem a diminuir os riscos biológicos, manter os ambientes limpos e desinfectados e garantir que a integridade física de todos seja preservada, assegurando a qualidade do atendimento aos pacientes e o ambiente de trabalho seguro para os profissionais.

Por isso, órgãos competentes como a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) criaram normas e diretrizes que visam garantir que a higienização de ambientes hospitalares seja feita corretamente, preservando a saúde de todos, como a famosa NR-32, que dispõe sobre a padronização dos processos de limpeza e a capacitação dos profissionais quanto a qualidade e conformidade da higienização – para saber mais sobre essa norma, confira nosso artigo sobre os riscos no ambiente hospitalar.

E para facilitar o cumprimento de tais diretrizes, foram criadas classificações para áreas hospitalares e diferentes tipos de higienização.

Qual é a Classificação de Áreas Hospitalares?

Para conseguir entender quais são os tipos de limpeza hospitalar, é necessário primeiro conhecer a classificação de áreas hospitalares. Isso porque cada área é higienizada de maneira diferente, dependendo de sua classificação que se dá de acordo com o nível de risco de infecção no local.

Sendo assim, confira quais são as diferenças entre áreas críticas, semicríticas e não críticas:

  • “Classificação De Áreas Críticas: São as que oferecem maior risco de transmissão de infecções, ou seja, áreas onde se realizam procedimentos invasivos e/ou que possuem pacientes de risco ou com sistema imunológico comprometido, como UTI, clínicas, salas de cirurgias, pronto-socorro, central de materiais e esterilização, áreas de descontaminação e preparo de materiais, cozinha, lavanderia etc.
  • Áreas Semicríticas: São áreas ocupadas por pacientes com doenças infecciosas de baixa transmissibilidade e doenças não infecciosas, isto é, aquelas ocupadas por pacientes que não exijam cuidados intensivos ou de isolamento, como sala de pacientes, central de triagem etc.
  • Áreas Não Críticas: São todas aquelas áreas não ocupadas por pacientes e onde não se realizam procedimentos clínicos, como as áreas administrativas e de circulação.” ¹

Agora que a classificação de áreas hospitalares de acordo com o risco de infecção está clara, podemos passar para a explicação quanto aos diferentes tipos de higienização.

Quais são os Tipos de Higienização Hospitalar?

De acordo com o manual Segurança do Paciente em Serviços de Saúde: Limpeza e Desinfecção de Superfícies, elaborado e publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), existem dois tipos principais de higienização:

Limpeza Concorrente

É o procedimento de limpeza realizado, diariamente, em todas as unidades dos estabelecimentos de saúde com a finalidade de limpar e organizar o ambiente, repor os materiais de consumo diário (por exemplo, sabonete líquido, papel higiênico, papel toalha e outros) e recolher os resíduos, de acordo com a sua classificação. Ainda, durante a realização da limpeza concorrente é possível a detecção de materiais e equipamentos não funcionantes, auxiliando as chefias na solicitação de consertos e reparos necessários.

Nesse procedimento estão incluídas a limpeza de todas as superfícies horizontais, de mobiliários e equipamentos, portas e maçanetas, parapeitos de janelas, e a limpeza do piso e instalações sanitárias.

A limpeza da unidade de internação do paciente deve ser feita diariamente ou sempre que necessária, antecedendo a limpeza concorrente de pisos. Merece maior atenção, a limpeza das superfícies horizontais que tenham maior contato com as mãos do paciente e das equipes, tais como maçanetas das portas, telefones, interruptores de luz, grades de camas, chamada de enfermagem e outras (SEHULSTER & CHINN, 2003). “ ³

Limpeza Terminal

Trata-se de uma limpeza mais completa, incluindo todas as superfícies horizontais e verticais, internas e externas. É realizada na unidade do paciente após alta hospitalar, transferências, óbitos (desocupação do local) ou nas internações de longa duração (programada). As programadas devem ser realizadas no período máximo de 15 dias quando em áreas críticas (YAMAUSHI et al., 2000; PREFEITURA…, 2007). Em áreas semicríticas e não críticas o período máximo é de 30 dias.

O procedimento inclui a limpeza de paredes, pisos, teto, painel de gases, equipamentos, todos os mobiliários como camas, colchões, macas, mesas de cabeceira, mesas de refeição, armários, bancadas, janelas, vidros, portas, peitoris, luminárias, filtros e grades de ar-condicionado (YAMAUSHI et al., 2000).

O uso de desinfetantes deverá ser restrito a superfícies que contenham matéria orgânica. Ainda, poderá ser utilizado na desinfecção de áreas de isolamento de contato. Em caso de surtos, recomenda-se o uso de desinfetantes em toda a extensão da superfície da área onde está ocorrendo o surto na unidade do paciente (HINRICHSEN, 2004).” ³

Soluções para Higienização Hospitalar

Agora que conhecemos a classificação de ambientes e tipos de higienização hospitalar, é importante lembrar que o uso de soluções de qualidade também é um fator extremamente importante, afinal, para garantir que o ambiente esteja de fato limpo e livre de quaisquer microrganismos nocivos, é necessário utilizar produtos com fórmulas eficazes.

Nesse sentido, investir em bons saneantes é investir em segurança. Pensando nisso, a Júpiter Distribuidora, seguindo o propósito de entregar as melhores soluções e proporcionar mais qualidade de vida, ampliou o seu catálogo com uma linha completa de saneantes, desinfetantes e detergentes da fabricante Cosmoderma. Com fórmulas de altíssima qualidade que eliminam uma ampla gama de agentes patógenos, essa linha ajudará a garantir mais segurança e facilidade para os processos de higienização hospitalar.

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Referências 

Manual de Higienização e Limpeza – CONASS (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) ¹

Dicionário Online de Português ²

Segurança do Paciente em Serviços de Saúde: Limpeza e Desinfecção de Superfícies – ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ³


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